Bete Salgado é aquela que deixa gravada em qualquer mínima mente humana sua imensa e abençoada característica de caricatura. Bete Salgado é aquela que deixa aos outros não semelhantes uma considerável inveja pela sua maravilhosa animação. A Bete é uma viajante, mochileira, professora, poeta, desenhista, etc. É aquela que a qualquer momento se dispõe livre para alguma aventura, e com asmalas no carro! É aquela que, como todos os outros, procura aventura para, logo, renovar-se e viver de verdade...Bete Salgado pode ser, além de tudo isso, ainda, a mulher que faz uma fuga da própria casa, morando sozinha!
apresentação
Caros amigos, amigas e visitantes
Aos 30 dias de blog no ar, chegamos à marca de 700 leitores!
Queria muito agradecer a quem passou por aqui prestigiando esta página e também comentar alguns e-mails recebidos.
Assim, observei que o pessoal entra mas não se identifica. Será que lêem mesmo o blog? Ou apenas comparecem?! Porque apenas 18 pessoas até agora participaram da votação do mês? Por que só 08 pessoas postaram algum comentário?
Em criança ouvia em casa que a gente deixa de se expressar sobre o que pensa e sente e aí fica um vazio entre o que idealizamos e o que fazemos, porque a troca não aconteceu.
Bem, verdade que muitos me enviaram e-mails dizendo que não conseguiram blogar. Então aí vai TINTIM por TINTIM como proceder para postar um comentário, ok?
Basta você se logar com uma conta Google, clicar onde diz comentários, escrever sua opinião em Faça um comentário e publicar-lo.
Fica aí aberta a página a ser preenchida, colorida, gravada, assinalada, sonorizada, entrecortada, inacabada – porque só existirá se fizer sentido, se tiver significado, se abrir janelas e sair porta afora!
No cinema com Bete Balanço
03 de setembro a 17 de outubro de 2008 www.sescsp.com.br porque acontece também em diferentes capitais e cidades do país, inclusive com veiculação pela internet.
Tatu Penna
Tatu prá mim é assim uma espécie de mago e ator, todos dois seres fora da lógica dominante do bem e do mal, do luxo e do lixo, do bom e do ruim. Acima destas dicotomias construídas por um mundo incompreensível, Tatu traduzia peças, introduzia sons, recitava versos e trazia para o centro de m mesmo grupo pessoas de diferentes formas e cores, de diversas crenças e lavores. Palco e rua eram lugares e espaços lúdicos de reuniões sérias e deslavadas gargalhadas e apresentações em que atores sociais se representavam a si mesmos e invertiam papéis entre si para chamar a atenção para fatos rotineiros de uma cidade surda e muda obstinada em negar vida e sentimento a uma população mesclada de nativos e forasteiros, transeuntes e passantes, gaveteiros, garrafeiros, tropeiros, artesãos, fanfarrões, arteiros e sóbrios, artistas e sobranceiros, casadoiras vestais e ripongas, comadres e camofas, bêbados e abstêmios. No caldeirão do mago Tatu Penna tudo valia a alma que não era pequena e o palco se fazia ali mesmo na sarjeta e na igreja, na esquina e no teatro, com cenário e sem a luz, sob a lua e Deus por testemunha!
Tatu por onde andas tu?
Saudades do Brother, da Sueli Damasceno, do Silvério, do Manteguinha, da Rita, do Ney Kokada, da Hilda, do Jader, do Sabonete, da Eva, seu Raimundo, da Joana e da Marlene, nos laboratórios de formação do ator-cidadão. Do sujeito-gente. Do verso e prosa transformado em oratória e palavras de ordem!
Tatu sai da toca, uai!
ANDARILHOS E CAMINHANTES
Aqui é um espaço sobre pessoas que encontramos vida afora e nos marcaram para sempre.Você pode enviar seu texto também, se quiser, ok?
Retrato partido
Desde muito cuido para que as fotos sejam registros do acontecimento - sejam elas paisagens – rurais e urbanas; sejam pessoas desconhecidas, amigos e parentes em festas, e até aquelas fotos que aparentemente deram errado – uma lua lá longe num fundo totalmente escuro, ou uma sombra do objeto a ser fotografado.
Sempre defendi que jamais se recortem as fotografias. Mesmo as atuais digitalizadas. Nada de reeditar uma foto, de mudar a luz, retocar as cores, aprofundar o campo.
Por isso, quando me vi diante da nossa foto em que nossos sorrisos estampam uma imensa alegria, compreendi o que significavam as tantas fotos que amigas – ainda na adolescência, para espanto meu! - tesouravam o rosto e o corpo do amado, depois de um final de namoro; ou a tia mais velha retirava com fúria a presença de um membro da família que a partir daquele dia passava a ser persona non grata! por qualquer motivo de finanças desviadas.
Para meu espanto, agora na maturidade! eu tinha diante de mim a nossa foto feliz e com o mouse eu roia, como um rato, o queijo. Ou seja, consumida pela tristeza, apagava devagar a presença de você na foto–testemunho de um dia especial no qual compreendi, ao mesmo tempo, que a impossibilidade de tê-lo assim tão meu tornara-se maior que a felicidade em vê-lo tão poucas vezes assim tão próximo. Foi aí que ao ver o retrato partido em dois – você de um lado, separado de mim, sorrindo para mim e eu na mesma pose mas sem tocá-lo, sem sentir seu suor, sem provar dos seus beijos, distante de seu calor - foi nessa hora mesma que decidi separar-me de fato e não da foto.
Ainda bem que o mundo digitalizado me permitiu juntar nós dois na foto, para deixar registrado o acontecimento do dia feliz, guardando a partir de agora em um arquivo qualquer dos meus documentos, como que escondendo um segredo jamais revelado. Porém, mesmo ganhando a minha liberdade para além da fotografia, ali está o nosso sorriso de felicidade momentânea que durante anos permitiu sonhos e trouxe alegria para o meu coração partido – uma síndrome muito comum que acomete pessoas que acreditam no amor.
Questão de honra
Assunto: CONHEÇA A CHAPADA DIAMANTINA ANTES QUE ACABE
Para: jequi2009-da-foz-a-nascente@googlegroups.com
Data: Terça-feira, 23 de Setembro de 2008, 11:18
| Caros amigos, A Chapada Diamantina conhecida por suas belas paisagens e História pede socorro Urgente!!! Empresas de Mineração estão comprando as serras do entorno do Parque Nacional da Chapada. Isto vem acontecendo na região de Jussiape, Abaíra e Piatã. Aqueles que conhecem Minas Gerais e suas áreas de Mineração sabem muito bem do que estou falando e do futuro que aguarda a Chapada se as mineradoras vêm para cá! Vejam a serra do Curral, as serras de Itabira, região de Ouro Preto comparem fotos de alguns anos atrás com fotos atuais e sintam o drama que aguarda a Bela Chapada Diamantina no coração da Bahia!!!! Isto não é especulação é REALIDADE! a GERDAU já está aqui!!!! É bom lembrar também que essa é uma região de berços de água. As bacias do Rio das Contas, do rio Paraguaçu e também do São Francisco tem aqui suas nascentes e tributários!!! e água é um dos problemas futuros, todos nós sabemos disso. Vamos nos movimentar!!!!! Brígida Salgado Fazenda Flor de Café Malhada de Areia CEP 46765-970 Piatã BA Tel 77 34792157 |
De mochila nas costas ou malas no carro - refazendo o caminho de volta
Estrada Ilhéus-Itabuna – ainda há o verde e o colorido das acácias, dos pés de fruta-pão, do cheiro das jacas, do vermelho das espatódias – com direito a parar no Banco da Vitória para comer frutos do mar ou carne de sol.
Estrada real 1. entre Belo Horizonte e Ouro Branco
Tome o caminho de Nova Lima passando por Macacos, São Sebastião das Águas Claras, atravesse até Rio Acima e chegue
Estrada real 2. – – entre Ouro Branco e Mariana – ainda o percurso de tropeiros e bandos dos séculos XVII e XIX passando por Itatiaia, a Chapada e o Salto, Lavras Novas, e se tiver de jeep ou moto, procurando Mainart, Cibrão e Vargem a caminho de Mariana.
Estrada real 3. Entre Mariana e Ouro Preto, Passagem com sua mina de ouro desativada mas transformada em lugar de turismo, bons restaurantes como o Sinhá Olímpia e pousada da Serrinha, além do bar Pé de Serra, a igreja setecentista de Nossa Senhora da Glória e a estação de trem. Até o Ouro Preto uma vista do pico do Itacolomi e o chafariz das Águas Férreas.
Estrada real 3. entre Ouro Preto e Passa Tempo – ainda os lugares e rincões da mineiridade, da minha infância e juventude: Cachoeira do Campo, Belo Vale, Congonhas, Jeceaba, Entre Rios de Minas, Desterro de Entre Rios, Passa Tempo.
Passa Tempo citada por Saint Hilaire e por Guimarães Rosa, cidade quieta entre o rio Pará e o Paraopeba: calma, mansa onde o tempo fixa imagens e processa outros sonhos.
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